A homeopatia é uma farsa

A homeopatia é uma farsa

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Beny Spira é professor livre-docente pela USP, com doutorado em genética molecular pela Universidade de Tel Aviv – Foto: Marcos Santos / USP Imagens

Venho expressar a minha surpresa e indignação com a publicação da reportagem Ensino de homeopatia veterinária é deficiente, afirma pesquisadora no Jornal da USP. É lastimável que essa entidade representativa da Universidade de São Paulo seja porta-voz de pseudociência (fake science). A homeopatia, apesar de ter defensores na classe médica, é uma das mais manjadas pseudociências.
Poder-se-ia argumentar que o Jornal da USP, democrático como é, deveria estar aberto a diferentes opiniões. Porém, a divulgação da homeopatia contribui para a difusão de um conhecimento errado, arcaico e perigoso. A ciência baseia-se na busca pela verdade, não em opiniões. A ciência não é democrática. Se a maioria das pessoas decidir que a Terra é plana, isso não fará com que ela deixe de ser uma esfera imperfeita. Da mesma forma, não votamos para decidir se um antibiótico é eficiente para o tratamento de uma determinada doença infecciosa; os testes clínicos dirão se ele funciona ou não. A homeopatia é considerada, pela grande maioria dos cientistas, uma pseudociência, e há diversos bons motivos para isso.

Por que a homeopatia é errada, arcaica e perigosa?

Errada, porque o princípio homeopático é baseado em duas premissas falsas: (1) o princípio dos similares e (2) a lei dos infinitesimais. O primeiro prega a máxima Simila similibus curentur, que significa “similar cura similar”. Ou seja, uma determinada enfermidade pode ser curada com alguma substância que cause o mesmo sintoma. Um exemplo: resfriados podem ser tratados com cebola (Allium cepa), pois a cebola, ao ser picada, causa sintomas parecidos com os do resfriado (coriza, irritação dos olhos e outros). Então, se o paciente tomar um remédio baseado em Allium cepa por uma semana, ficará curado do resfriado. Que maravilha! Imagine o que acontecerá se o paciente não tomar o remédio cebolístico por uma semana. Você adivinhou: o resfriado passou assim mesmo!

A homeopatia, apesar de ter defensores na classe médica, é uma das mais manjadas pseudociências.

Portanto, o princípio de “similar cura similar” é interessante, mas absolutamente errado, pois carece de evidências científicas. Mais sobre evidências científicas abaixo.

Se o primeiro princípio da homeopatia é equivocado, o que dizer, então, sobre o segundo princípio? Para responder essa pergunta, vamos parafrasear o grande físico Wolfgang Pauli, que costumava dizer: “É tão absurdo que nem errado é”. A lei dos infinitesimais estabelece que, quanto maior a diluição de um medicamento, maior a sua capacidade curadora! Se você não entendeu, não se preocupe. É tão contrário à lógica e às ciências químicas e farmacêuticas, que a nossa cabeça, dominada pela “hegemônica ciência racional”, não consegue entender a grande sabedoria que está por trás desse princípio!

Explico com mais um exemplo: na homeopatia, trióxido de arsênico é recomendado para o tratamento de diversos males, entre eles asma, resfriado, diarreia etc. Mas espere: arsênico é extremamente tóxico, além de ser carcinogênico. Como pode, então, ser utilizado para a cura de qualquer coisa? Aí vem a “grandiosidade” do segundo princípio da homeopatia: basta diluí-lo que o efeito tóxico desaparece! Mas o efeito curativo não somente permanece na solução diluída, como tem seu potencial aumentado! Por isso, “remédios” homeopáticos são normalmente diluídos 10^30 vezes ou mais. Há, porém, um pequeno problema: o químico Amedeo Avogadro, do século XIX, demonstrou que 1 mol de uma solução de qualquer composto contém 6 x 1023 (o número 6 seguido de 23 zeros) unidades desse composto. Ou seja, um mol de uma solução de trióxido de arsênico contem 6 x 1023 moléculas. Uma vez que a solubilidade máxima de trióxido de arsênico em água é de apenas 0,1 mol/litro, ao diluir essa solução 1030 vezes, adivinhe quantas moléculas de trióxido de arsênico restarão no composto diluído? Isso mesmo, nenhuma! Foi como diluir uma gota no oceano! Sendo assim, como pode um remédio homeopático curar uma enfermidade? A resposta óbvia é que não pode. Não há nenhum mecanismo que explique como uma solução homeopática ultradiluída possa ter qualquer efeito curativo.

Bom, mas você ainda pode estar pensando que a nossa pobre “ciência ocidental hegemônica” ainda não descobriu o mecanismo de ação dos compostos homeopáticos, mas que funciona, funciona! Certo?

Se o primeiro princípio da homeopatia é equivocado, o que dizer, então, sobre o segundo princípio? Para responder essa pergunta, vamos parafrasear o grande físico Wolfgang Pauli, que costumava dizer: “É tão absurdo que nem errado é”.

Novamente, sinto desapontá-lo. Apesar de o artigo ter afirmado que a “homeopatia não é estudada na universidade”, milhares de estudos já foram realizados, em todos os cantos do planeta. A grande maioria dos estudos clínicos devidamente bem conduzidos revelou que o tratamento homeopático equivale ao tratamento com placebo, ou seja, não foi detectado nenhum efeito curativo significativo de qualquer composto homeopático a não ser aquele causado por autossugestão (veja a meta-análise escrita por Shang et al. 2005; o editorial da Lancet nesse mesmo fascículo anunciando o ‘fim da homeopatia’:  The Lancet 2005; ou ainda o documento: ‘Evidence on the effectiveness of homeopathy for treating health conditions’ do governo australiano, publicado em 2015). Por esse motivo, alguns países (que levam a ciência a sério), tal como o Reino Unido, estão em vias de banir a homeopatia do rol de medicamentos prescritos pelo sistema nacional de saúde daquele país (NHS).

Por que a homeopatia é arcaica?

Uma das principais características da ciência é o seu progresso. Todos os dias, milhares de artigos científicos são publicados. Os bons artigos adicionam conhecimento relevante ao edifício da ciência, outros trazem evidências novas e até mesmo retificam concepções científicas mais antigas. Os livros-texto das diversas áreas da ciência são frequentemente reeditados, não somente porque as editoras querem vender mais livros, mas porque conceitos importantes são adicionados ou modificados. A homeopatia não evoluiu desde o século XIX, época da sua fundação. O principal livro da homeopatia, Materia Medica, foi escrito há 200 anos!

Por que a homeopatia é perigosa?

Muitas doenças são potencialmente debilitantes ou fatais. A medicina convencional, baseada em evidências científicas, busca administrar o melhor tratamento, o qual é apontado por testes clínicos e pré-clínicos. Por exemplo, a pneumonia bacteriana, se não for tratada, pode levar à morte; mas, graças aos antibióticos, a infecção pode ser contida e o paciente, poupado. Imagine se um paciente com pneumonia tratar-se exclusivamente com compostos homeopáticos, que, como já vimos, não têm poder curador além do efeito placebo?

Para doenças benignas ou de baixa gravidade, o tratamento homeopático não causará dano maior; mas, se a enfermidade for grave, o resultado poderá ser fatal.

Referências bibliográficas:

Shang, Aijing et al. “Are the clinical effects of homoeopathy placebo effects? Comparative study of placebo-controlled trials of homoeopathy and allopathy.” The Lancet 366.9487 (2005): 726-732.

The Lancet. “The end of homoeopathy.” The Lancet 366.9487 (2005): 690.

Evidence on the effectiveness of homeopathy for treating health conditions. 2015. https://www.nhmrc.gov.au/_files_nhmrc/publications/attachments/cam02a_information_paper.pdf

Fonte: Jornal da USP
Por Beny Spira
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Educação religiosa piora o desempenho escolar

Peores en ciencias y matemáticas mientras más religioso sea un país, revela estudio

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Una reciente investigación publicada en la revista académica Intelligence, revela que los países más religiosos tienen peores desempeños escolares en ciencias y matemáticas. El estudio también mostró que los niveles de desarrollo de cada país y el tiempo destinado a la educación religiosa desempeñan un papel importante en los resultados de los estudiantes.
La investigación estuvo dirigida por Gijsbert Stoet de la Universidad Leeds Beckett, y por David Geary de la Universidad de Missouri. Ambos son docentes de psicología. El director del trabajo tiene una amplia experiencia en psicología experimental, neurociencia cognitiva, psicología del desarrollo y de la educación.

Para este trabajo, los profesores utilizaron los datos de un par de evaluaciones internacionales, las pruebas PISA y la pruebas TIMSS, unido con los datos de la Encuesta Mundial de Valores y la Encuesta Social Europea entre la población adulta.

Las pruebas PISA, Programa de Evaluación Internacional de Estudiantes de la OCDE se aplican cada tres años en estudiantes que tienen 15 años cumplidos (sin importar el grado que estén cursando). Evalúan comprensión lectora, ciencias y matemáticas. El TIMSS, Estudio de Tendencias en Matemáticas y Ciencias Internacionales se aplica a chicos de cuarto y octavo grado.

El estudio analizó datos de 76 países. Los cinco países menos religiosos fueron República Checa, Japón, Estonia, Suecia y Noruega, mientras que los cinco países más religiosos fueron Qatar, Indonesia, Egipto, Jordania y Túnez.

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Los resultados también mostraron que en la gran mayoría de los países, las mujeres reportaron un nivel de religiosidad más alto que los hombres, pero esto no estaba relacionado con su rendimiento educativo.

Los investigadores mostraron que las horas de clase dedicadas a la asignatura de religión están en detrimento de la enseñanza de ciencias y matemáticas. Algo que Stoet denomina “hipótesis del desplazamiento”

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Resultados en Ciencias en las pruebas PISA 2015
El profesor Stoet explicó: “El éxito de las escuelas y la educación en general se traduce directamente en sociedades más productivas y mejores niveles de vida. Dado el fuerte vínculo negativo entre la religiosidad y el desempeño educativo, los gobiernos podrían ser capaces de elevar los estándares educativos y los estándares de vida al mantener la religión fuera de las escuelas y fuera de la formulación de políticas educativas”.

“La ciencia y la educación matemática son clave para las sociedades modernas. Nuestra investigación sugiere que la educación podría beneficiarse de un enfoque secular más fuerte. En este contexto, la política actual del Reino Unido de invertir más dinero en la fe debe ser reconsiderada.”

bsd 4Entre más religiosa la sociedad y la escuela peor serán las explicaciones científicas y racionales.
Foto tomada de GTSSS
Los investigadores de la Universidad de Leeds han hecho un llamado a las directivas educativas del Reino Unido para que las políticas educativas sean laicas: “Ya se sabe que la educación religiosa conduce a la segregación de las comunidades, ahora también está claro que la religiosidad está directamente asociada con un menor rendimiento. Aun cuando los mecanismos exactos necesitan estudiarse mejor, mi consejo para los encargados de formular las políticas educativas es guardar separación entre la educación y la religión y tomar un acercamiento secular en la política educativa”.

Los resultados son también aplicables a Latinoamérica en donde los peores resultados en ciencias y matemáticas se dan en Colombia y Perú, naciones que tienen la religión como asignatura obligatoria en las escuelas públicas y en donde abundan iglesias fundamentalistas que nieguen la evolución biológica, la geología histórica y la cosmología, además de fomentar el pensamiento mágico. Chile también tiene enseñanza de la religión, aunque con mejores resultados que Colombia y Perú, pero, en conjunto Latinoamérica se encuentra lejos aún de los países con mejor desempeño en ciencias y matemáticas.

Pasos en la dirección correcta fueron dados por el Reino Unido, cuando en el 2013 el gobierno determinó que todas las escuelas públicas y privadas debían enseñar la evolución biológica, so pena de perder los fondos estatales.
La enseñanza religiosa en la infancia elimina la frontera entre realidad y ficción

En otro estudio de 2014 publicado en Cognitive Science se evidenció que la enseñanza religiosa en niños desdibuja la frontera entre realidad y ficción. Los investigadores Kathleen H. Corriveau, Eva E. Chen y Paul L. Harris seleccionaron para un estudio a niños de entre 5 y 6 años, habitantes de una misma ciudad y entorno socioeconómico similar, pero con diferente grado de exposición a la religión. De esta manera, los investigadores formaron cuatro grupos:
1) Niños que asistían a una escuela pública y por lo tanto sin clase de religión (en Estados Unidos las escuelas son laicas) o a un colegio religioso, pero con asistencia a culto religioso.

2) Niños que asistían a una escuela pública sin asistencia a culto religioso.

3) Niños que asistían a escuela privada con clase de religión sin asistencia adicional a un culto religioso.

4) Niños que asistían a escuela privada con clase de religión con asistencia adicional a un culto religioso.

A todos los chicos se les presentó la misma historia con una leve modificación. La versión A (realista) era verídica sin ningún elemento religioso, La versión B (religiosa) incluía milagros producidos por la intervención divina y la versión C (fantástica) incluía elementos mágicos, pero sin intervención divina. Tras conocer las historias los chicos debían determinar si el personaje de la historia podía haber sido real al estilo de un personaje histórico o inventado como los de los cuentos o historia de ficción. He aquí los resultados:

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La mayoría de los niños independientemente de su exposición a la religión afirmaron que el protagonista de la versión A era creíble. Respecto a las variantes místicas, quedó en evidencia el efecto del adoctrinamiento religioso. Los niños influenciados por la religión, sin importar si esta llegaba de casa o de una escuela con clase de religión, declararon como verídicas tales versiones, mientras que los niños no sujetos a influencia religiosa detectaron en la gran mayoría las calificaron con ficción.bsd 6
Moisés abre el Mar Rojo, ilustración para niños.
Los niños que reciben educación religiosa desarrollan menos habilidades para distinguir la realidad de la ficción.

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El estudio pidió a los niños que determinaran si cada una de las tres historias era real o ficción.
Nuevamente los resultados mostraron el poder de distorsión en el raciocinio que tiene la religión en la mente de los menores. De manera mayoritaria los niños educados en la religión dieron como cierta la historia que hablaba de la ocurrencia de milagros o intervención divina.

Este estudio explica por qué los esfuerzos de las iglesias de tener escuelas dominicales, escuelas sabáticas, de la catequesis y de la clase de religión (que es asignatura obligatoria en colegios públicos de Colombia y Perú, entre otros países) Dato que muestra muy crudamente el poder de distorsión que tiene la religión a la hora de alterar el raciocinio humano.


Fonte: Blog Sin Dioses
Por Ferney Yesyd Rodríguez
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YouTube discrimina homossexuais

En México, YouTube está restringiendo estos canales ‘gay’        Platicamos con David Allegre, de Los Jonas Vloguers, uno de los afectados por este nuevo cambio.

A picture illustration shows a photo taken of a YouTube error logo, displayed on a cell phone in front of a YouTube logo on an LCD screen, in central Bosnian town of Zenica, early June 18, 2014. Google Inc's YouTube said on June 17, 2014 that it plans to launch a paid streaming music service, amid criticism that its existing, free video website might block the music videos of labels that do not agree to its terms. YouTube has partnered with "hundreds of major and independent" music labels for the new service, the company said in a statement, confirming long-running rumors that the world's most popular online video website will offer a paid music service. REUTERS/Dado Ruvic (BOSNIA AND HERZEGOVINA - Tags: BUSINESS TELECOMS SCIENCE TECHNOLOGY MEDIA)

Todo comenzó cuando la vloguera canadiense Gigi Gorgeous denunció en sus redes sociales que YouTube había restringido su canal por tener contenido “homosexual”. Gracias a esta llamada, otros youtuberos empezaron a darse cuenta que el sitio estaba haciendo lo mismo con sus contenidos. Si bien esta advertencia inició en Estados Unidos y Canadá, en México Los Jonas Vloguers y Victoria Volkova, por mencionar a algunos, se dieron cuenta que este veto también les estaba perjudicando.

¿Por qué YouTube está restringiendo, y hasta borrando, el contenido de muchos canales que sus protagonistas son gays? Buscamos a David Allegre, de Los Jonas Vloguers, para que nos explicara qué está pasando y si la plataforma ha publicado algún comunicado al respecto.

“Todo empezó cuando Mickey (otro de los integrantes de Los Jonas Vloguers), me dijo que nos estaban tuiteando que nuestro canal también estaba siendo censurado. Yo pensé que solo nos habían bajado uno o dos videos, pero no, resulta que es todo el canal”.

Para entrar un poco a los detalles, Los Jonas son tres amigos, David, Mickey y Luis, que hacen videos de diferentes eventos que ocurren en CdMx; entrevistan a personalidades como Paris Hilton, Belinda o María Daniela, entre otros, siempre con un toque gracioso y divertido. Jamás resaltan o hablan de sus preferencias sexuales. Mucho menos promueven la violencia o clips pornográficos. Son un canal más de entretenimiento sano.

¿Se han puesto en contacto con YouTube para saber por qué están censurado este y otros canales?

“No. Ni ellos con nosotros. Hablando mal, YouTube solo te hace caso cuando eres una estrella grande y con muchos seguidores. Según en el comunicado que publicaron, justificaron esta acción asegurando que el algoritmo se había modificado, pero que estaban trabajando para enmendar y corregir este error. Pero hasta el momento, nuestro canal sigue bloqueado”.

Otro de los canales que han bloqueado y tachado de “inapropiado” es el de Victoria Volkova, una joven mexicana que documentó su transición de hombre a mujer. Dicho contenido, ya no se encuentra disponible en la plataforma, pues fueron bloqueados, censurados y, más tarde, eliminados. Los únicos que se pueden ver son sus tutoriales de maquillaje.

“Por supuesto que estamos enojados. Llevamos varios años en internet, y conforme pasa el tiempo, nos hemos dado cuenta de la homofobia que existe. Incluso, dentro de la misma comunidad”, comentó Allegre.

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A pesar de que vivimos en pleno 2017, y cada día más marcas se suman al movimiento de la inclusión, David nos comentó que muchas empresas e incluso celebridades han declinado trabajar con ellos por su orientación sexual. Un detalle que David piensa también está ligado con este bloqueo que está haciendo YouTube. “Detrás de todo esto, están las grandes corporaciones que no quieren que sus anuncios aparezcan en los canales de la comunidad gay, pues temen ser catalogados”, nos comentó el influencer.

Es desmotivador saber que alguien que debería de estar de tu lado, en este caso YouTube, que democratiza los medios y apoya el contenido de calidad, te da la espalda”, expresó el joven.

De acuerdo con las cifras del vloguer, esta suspensión les ha bajado hasta en un 30 por cientos sus viewers, lo que puede repercutirles en la parte económica. “Mucha gente piensa que somos millonarios, pero no. Tampoco ganas mucho dinero haciendo videos. Te confieso que lo que ganamos lo utilizamos para mejorar nuestros videos; compramos micrófonos, una mejor cámara y así. Pero no vivimos de esto”.

Todo esto nos lleva a pensar y analizar dónde está quedando la libertad de expresión, la apertura a todo tipo de gente, la inclusión y el respeto a todo tipo de creencias. El equipo de HuffPost México está contactando a la gente de YouTube para que nos den su punto de opinión.

Fonte: The Huffington Post
Por Cristina Diaz
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Saúde Mental e discriminação no debate político

Convivendo com quem discorda de mim

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Nos tempos atuais, é inevitável negar uma polarização das coisas, mas, em uma escala muito maior do que jamais vimos. Como já disse por aqui, nos últimos anos a ascendência de assuntos político-partidários se deu em proporções gigantes, e isso não é de todo negativo. Uma sociedade mais engajada politicamente e economicamente é saudável e necessária; porém, o mau uso de posições e a desinformação causam brigas e debates nada pacíficos.

Se você gosta de debater nas redes sociais — ou até mesmo na roda de amigos na faculdade e trabalho — sabe exatamente do que estou falando. Sempre há o colega que se exalta e fica irritado debatendo com posições divergentes. Sejamos francos, eu já fui assim. E isso é um erro tremendo. O debate nada mais é que uma discussão entre duas ou mais pessoas a fim de realizar a exposição de opiniões, argumentações e pontos de vista, contudo, já não é mais assim à algum tempo na maioria dos grupos de amigos.

O problema que enfrentamos atualmente, em meu ponto de vista, é a rotulação e a intolerância quanto ao próximo. Eu não tenho muitos colegas que compartilham da mesma visão política e religiosa das coisas, por exemplo, entretanto, adoro me comunicar com eles. Além de expor meus pontos, adquiro informações que possam me ajudar à entender visões diferentes e formular contra-argumentos caso necessário.

Mas, o que acontece hoje em dia, é a absorção de rótulos sem nem ao menos saber o que tais significam e utilizá-los como xingamentos e ataques pessoais. É mais fácil taxar o meu colega (ou até mesmo quem não conheço) de fascista, Hitler, extrema-alguma-coisa, do que saber o que realmente os termos englobam. É mais fácil utilizar frases de efeito e compartilhar publicações que nem ao menos li do que responder adequadamente os comentários expondo minhas opiniões e esclarecendo meus posicionamentos. Aliás, talvez nem exista um posicionamento concreto para ser esclarecido. A cada dia mais encontro publicações no meu feed de notícias de pessoas que compartilham coisas que não entendem — ou até mesmo não possuem o mínimo interesse — apenas para mostrarem que estão em dia com os acontecimentos do mundo.

Não obstante, opiniões políticas e econômicas se tornaram critério para amizades. Sabe quando estamos na pré-escola e para fazermos um coleguinha novo só basta ver que ele tem tanta vontade de brincar quanto você? Ou que ele pode te ajudar a rabiscar no papel e tomar o lanche junto? Pois é. Para mim, preferências semelhantes nunca foram necessárias para nada. Não é porque não gosto de rock ou de quiabo que não posso me relacionar com pessoas que o façam. E é assim em todos os aspectos da vida. Porém, a onda do unfollow-me-se-for-capaz vem corriqueiramente destruindo amizades e laços das mais diferentes esferas de relacionamentos. Para se tornar amigo de alguém, é como se houvesse uma ficha onde se faz necessário responder perguntas como: PT ou PSDB? Marx ou Mises? Azul ou Vermelho? Bolsonaro ou Jean Wyllys?

Se você defende a democracia e a liberdade de expressão e limita o próximo, nada mais é do que incoerente naquilo que defende. Uma sociedade plural é aquela que diverge e debate, com fundamentação e estudo sobre determinado assunto, sem sair no tapa ao fim da fala. O seu maior crescimento intelectual e pessoal se dá quando se rodeia daqueles que discordam de você, pois se a vida for só tapinha nas costas, lacre no facebook e cabeça em sinal de concordância, sinto dizer, mas a mediocridade vai querer dar as mãos pra você por um tempinho a mais.

Fonte: TRENDR
Por Aline Castro
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Discriminação racial: “a vítima é o culpado”

No Campeonato Italiano, caso de racismo termina em punição para a vítima

MuntariMuntari gesticula para torcedores do Cagliari ao deixar o campo no domingo (Foto: Reprodução/YouTube)

Aconteceu no último domingo: durante o jogo entre Cagliari e Pescara, em Cagliari, pelo Campeonato Italiano, o meia ganês Sulley Muntari foi alvo de ofensas racistas por parte de torcedores da equipe da casa. Revoltado, o jogador procurou o árbitro pedindo providências sobre o assunto, e providências foram tomadas. Só que contra o próprio Muntari. O árbitro mostrou cartão amarelo ao meia, que, mais revoltado ainda, abandonou o campo como forma de protesto. E recebeu um cartão vermelho por isso.

Mas a coisa não terminou por aí. O Comitê Disciplinar do Campeonato Italiano considerou o comportamento do jogador de Gana inaceitável e o puniu com um jogo de suspensão, que ele terá de cumprir no próximo fim de semana, quando sua equipe enfrentará o Crotone. Enquanto isso, o mesmo comitê, embora tenha afirmado que a atitude dos torcedores do Cagliari foi “deplorável”, decidiu não punir o clube da Sardenha por considerar que as ofensas a Muntari foram obra de apenas “aproximadamente dez pessoas”.

Temos, então, um caso de abuso racial em que apenas uma pessoa foi punida: a vítima. E isso causou um terremoto no futebol italiano. O Fifpro, sindicato mundial dos jogadores de futebol, manifestou-se para pedir que a suspensão de Muntari seja revogada. Segundo a associação, o meia do Pescara tinha todo o direito de se dirigir ao árbitro para pedir providências contra as ofensas. “Os jogadores deveriam se sentir confortáveis para levar qualquer problema ao conhecimento do árbitro, especialmente algo tão significativo quanto o racismo em seu local de trabalho”, disse o Fifpro em um comunicado. “Nós pedimos que as autoridades italianas ouçam a versão de Muntari, investiguem por que a situação foi mal administrada e cuidem para que isso nunca mais ocorra.”

Por sua vez, a associação Kick It Out, criada na Inglaterra para combater todos os tipos de discriminação no futebol, classificou a atitude do Comitê Disciplinar como “covarde” e se mostrou indignada com a falta de uma punição ao Cagliari. “É inacreditável que o clube não tenha sido punido porque ‘apenas dez’ torcedores estavam envolvidos.”

Um dos administradores da Kick It Out, o ex-jogador inglês Garth Crooks, que hoje atua como comentarista da BBC, foi mais longe. Segundo o ex-atacante de Stoke City e Tottenham, os negros que atuam no futebol italiano deveriam fazer uma greve na rodada do fim de semana, a menos que a punição a Muntari seja retirada.

Aos 32 anos, o meia tem no currículo três Copas do Mundo e passagens por clubes grandes como Internazionale e Milan. Ele recebeu apoio do compatriota Kevin-Prince Boateng, com quem jogou no Milan e na seleção de Gana, que se disse “orgulhoso” da atitude de Muntari. Os dois estavam juntos no time rubro-negro de Milão quando, em janeiro 2013, Boateng abandonou uma partida amistosa também por causa de ofensas raciais.

O caso de Muntari é o terceiro de abuso racial na Itália nos últimos meses. Antes dele, os zagueiros Koulibaly, do Napoli, e Ruediger, da Roma, foram agredidos com insultos racistas por torcedores de Inter e Lazio, respectivamente. Como neste novo episódio, o Comitê Disciplinar também não aplicou qualquer punição – apenas advertiu Inter e Lazio de que elas podem ter seus estádios parcialmente interditados se o mau comportamento de suas torcidas se repetir. De acordo com o Fifpro, atitudes como essa mostram que as autoridades da Itália não estão cumprindo sua obrigação de mandar aos torcedores a mensagem de que o racismo é intolerável – e, levando em consideração os acontecimentos recentes, fica difícil discordar disso.

Veja o momento em que Muntari deixa o campo em Cagliari após ser vítima de ofensas raciais:


Fonte: CHUTEIRA F. C.

Por Mateus Silva Alves

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Médicos afirman que profissão prejudica sua vida familiar

Uno de cada cinco médicos trabaja en un solo lugar y cuatro de cada 10 trabajan más de 50 horas a la semana

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Una encuesta realizada por la empresa Cifra para el Colegio Médico del Uruguay también muestra que la gran mayoría de los médicos que hoy está en actividad trabaja muchas horas a la semana. Casi cuatro de 10 médicos trabajan más de 50 horas a la semana y un grupo importante incluso más de 70. Sólo un quinto trabaja hasta 40 horas.

La encuesta comprendió a 601 profesionales y se realizó hacia finales de 2016.

En el estudio se indica que “sólo uno de cada cinco médicos trabaja en un solo lugar; en el otro extremo, 44% de los hombres y 37% de las mujeres trabajan en tres o más lugares”.

También se expresa que “cerca de la mitad de los médicos afirman que su profesión afecta negativamente su vida familiar”.

Poco valorados

“Más de un tercio considera que el ejercicio de la profesión es peor de lo que esperaba cuando empezó a estudiar, y más de siete de cada diez médicos consideran que se trata de una profesión socialmente poco o nada valorada”, aseguran.

Las mujeres y los más jóvenes son los más pesimistas al respecto.

Sin embargo, ocho de cada diez médicos siguen pensando que la medicina fue la mejor elección.

En el estudio estadístico se indica que las mujeres y los médicos del interior “trabajan menos horas que el resto, pero en cada grupo la mayoría trabaja más de 40 horas”.

A pesar de tener una alta carga horaria de trabajo, uno de cada cuatro médicos le dedica más de seis horas semanales a la actualización profesional, y la mitad entre dos y cinco horas.

A medida que aumenta la edad, y los compromisos familiares y laborales se hacen menos intensos, aumenta la posibilidad de dedicarle más tiempo a la actualización.

Muchos realizan cursos “on line”, casi la mitad consulta a colegas por Internet y tres de cada cuatro leen newsletters de sociedades científicas.

La profesión y la vida familiar

Por otro lado, en la encuesta se hace mención a que casi la mitad de los médicos afirman que su profesión ha “impactado negativamente su vida familiar”.

Los médicos menores de 45 años, que seguramente están en una etapa familiar más demandante, son los que más se quejan por la afectación que tiene su profesión en su vida en familia. Las mujeres se quejan un poco más que los hombres de esta “intromisión”.

El multiempleo, las muchas horas de trabajo y la afectación de la vida familiar son factores que ayudan a entender por qué más de un tercio de los médicos hoy considera que el ejercicio de la profesión es “peor de lo que esperaba cuando empezó a estudiar”. Esta visión negativa es más extendida entre las mujeres y entre los médicos más jóvenes, se asegura.

Aunque los médicos recomiendan a sus pacientes realizar ejercicio físico, sólo la mitad realiza alguna actividad física regularmente.

El hábito es más común entre los hombres, los médicos del interior y los mayores.

No todos cumplen con sus chequeos médicos periódicos: seis de diez se hacen chequeos médicos al menos una vez al año, y la frecuencia aumenta a medida que aumenta la edad y entre las mujeres, pero algo menos de un quinto no se realiza chequeos regularmente.

Cuatro de diez padecen alguna enfermedad y más de un tercio de ellos la atribuye a su profesión. La prevalencia de enfermedades aumenta con la edad.

En conjunto, casi tres de cada cuatro médicos están satisfechos con su calidad de vida, aunque cuando se pregunta por aspectos específicos la satisfacción es menor.

El aspecto más crítico es el tiempo para descansar, sólo la mitad se siente satisfecho y el resto siente que no es suficiente.

Las mujeres parecen tener más dificultades que los hombres en el ejercicio de la profesión. Ellas expresan mucho más insatisfacción con sus ingresos que los hombres, se quejan más de las condiciones laborales y sobre todo del tiempo que tienen para descansar.

Pero a pesar de que no todo satisface en el ejercicio de la profesión, ocho de cada diez médicos hoy están satisfechos con su elección, y esto es así aún entre los que expresan insatisfacción con varios aspectos puntuales de su profesión.

Respecto al Colegio Médico del Uruguay, ocho de cada diez profesionales médicos conocen sus funciones, y casi todos reciben información regularmente sobre la institución, principalmente por Internet.

Todos coinciden en que el Colegio debe ocuparse de la defensa de la ética profesional y casi todos también piensan que debe promover la educación médica continua.

Amplias mayorías consideran que debe ocuparse de mejorar la relación médico – paciente, implementar procesos de recertificación y realizar una campaña para mejorar la imagen de los médicos en la sociedad, se indica en el informe estadístico.

Fonte: LARED21
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Psicóloga católica condenada por conduta desumana, degradante e tortura

Más que terapia, una tortura

Hermes Binner

Hospital Maternal Iturraspe, Santa Fe, Argentina.

El Tribunal de Etica y Disciplina de Santa Fe suspendió por seis meses a una psicóloga miembro de una ONG católica que convenció a una nena de once años de no interrumpir un embarazo producto de los abusos de su padrastro.

En un caso sin precedentes, una psicóloga perteneciente a una ONG católica fue suspendida por seis meses para ejercer la actividad por el Colegio profesional de la ciudad de Santa Fe, tras ser denunciada porque convenció a una niña de 11 años embarazada de que rechazara ser sometida a un aborto legal. La gestación era producto de los abusos sexuales perpetrados por el padrastro. Existió “una constante vulneración y revictimización” de la niña “al obligarla” a “llevar a término un embarazo, ser madre y dar a la criatura en adopción”, señaló el dictamen del Tribunal de Ética y Disciplina de la entidad, al que tuvo acceso PáginaI12. La resolución cuestiona en durísimos términos la maniobra esgrimida por la psicóloga. “Este procedimiento debe ser considerado tortura o trato cruel, inhumano y degradante, en los términos de los tratados de derechos humanos vigentes para nuestra legislación”, sentenció el cuerpo.

La presidenta del Colegio de Psicólogos de Santa Fe, Mónica Niel, explicó que “la determinación de suspender la matrícula de la terapeuta está fundada en que no es conveniente que un profesional utilice su posición para orientar un caso según sus intereses”. La postura de la entidad es que “cuando hay un embarazo en el que corresponde el aborto legal, el psicólogo debe ayudar a tomar la decisión más conveniente para el caso, no lo que responde a sus creencias o intereses”, precisó Niel. La sanción recayó sobre la psicóloga María Belén Catalano, de Grávida, conocida ONG católica. Además de suspenderle la matrícula por medio año, el Tribunal le aplicó un apercibimiento público por numerosas infracciones al Código de Ética de la Federación de Psicólogos de la República Argentina.

Aunque la suspensión es por pocos meses, de todas formas fue celebrada por organizaciones como la Multisectorial de Mujeres y la mesa Ni Una Menos de Santa Fe, que vienen denunciando el accionar de integrantes de grupos anti-derechos en hospitales públicos para impedir el acceso a abortos legales, con estrategias como meterse en salas de internación y mostrarles fotos de fetos o decirles que van a matar a un bebé a niñas o mujeres que solicitan la interrupción de un embarazo en los casos contemplados en el Código Penal. “La resolución es ejemplificadora para los profesionales de la salud que obstaculizan la interrupción legal de embarazo y que operan de manera perversa. Y viene a reivindicar la ética de quienes sí trabajan a conciencia y en cumplimiento de la ley, posibilitando que las mujeres elijan y ejerzan sus derechos”, indicó a este diario Florencia Marinaro, de la Multisectorial.

Catalano fue denunciada ante el Tribunal de Etica por parte de dos psicólogas del Hospital Iturraspe, de la ciudad de Santa Fe, que venían interviniendo en la atención de la niña para ofrecerle alternativas frente a su situación. La niña, de 11 años, acompañada por su mamá, había solicitado la interrupción legal del embarazo que había sido producto del abuso sexual perpetrado por su padrastro. La niña se encontraba internada en el Servicio de Pediatría, cuando Catalano la fue a ver un sábado a la tarde y un domingo –aprovechando que durante el fin de semana suele haber menos movimiento de personal–, y se presentó primero como amiga de su mamá e inició un vínculo haciéndola jugar a una sopa de letras. Al poco tiempo, la madre y la niña firmaron el alta voluntaria y no volvieron a realizar controles médicos al Iturraspe. Según se confirmó, Catalano siguió atendiendo a la niña en forma particular. El hecho ocurrió dos años atrás. Tras la apertura de la investigación sobre la conducta de la profesional, el Colegio de Psicólogos emitió ahora su dictamen, en el que encuadra la práctica de Catalano como disruptiva, que vulnera la intimidad y el consentimiento de la niña, que falta el respeto al trabajo de colegas y al resto del equipo que la venía asistiendo, que obstaculiza el acceso a la ILE y, en definitiva, termina configurando una situación de embarazo forzado (previa violación), maternidad forzada y adopción forzada. En términos del propio Tribunal: “tortura, trato degradante, cruel e inhumano”.

En ese sentido, el Tribunal cuestionó que la psicóloga “utilizó su condición para ganarse la confianza de la niña e intervenir en una situación de alta complejidad y vulnerabilidad social y familiar, no siendo consciente de la posición que ocupa frente a su consultante, con el agravante de que se trataba de una niña en una situación de extrema complejidad psíquica, médica, jurídica y socioambiental”. En su defensa, Catalano alegó “un interés de índole estrictamente humanitario acompañando a alguien que estaba pasando un momento difícil”.

Pero el Tribunal objetó que se “valió de argucias e inexactitudes para acercarse a la niña, sustentado su intervención en su carácter de voluntariado” y de este modo, “quedó violada toda posibilidad de obtener un consentimiento válido”. En la historia clínica, citada en la resolución del Tribunal de Etica, figura que la niña había manifestado su decisión de interrumpir el embarazo. “En sus tareas de voluntariado desarrolla acciones y procedimientos propios del quehacer profesional del psicólogo y lo hace en nombre de instituciones cuyos fines resultan contrapuestos a la integridad de las personas y los derechos humanos”, sentenció el cuerpo.

Fonte: Observatorio del Laicismo – Europa Laica

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¿Qué responder a los peores argumentos?

paciencia 2                                               PACIÊNCIA
Durante mis más de diez años fuera del clóset me he dado cuenta que uno de los mayores retos son los argumentos de los conservadores que nos atacan. Además de ser completamente ignorantes, muchas veces nos ponen como agua para chocolate por no poder dejar callado a ese bully o a ese sacerdote o politiquillo de quinta. Pero si algo me han dejado todos estos años, es la experiencia de responder cada vez más inteligentemente, dejarlos pensando y a veces hasta hacerles cambiar de opinión.

Así, hoy les quiero compartir las respuestas que más resultados me han dado al momento de responderle a los argumentos más necios, espero que les sirvan.

Y no, no me voy a meter con las miles de estadísticas o los estudios neurobiológicos/psicológicos/sociales que durante años la universidad de Blablabla en Estados Unidos publicó en colaboración con la Organización Mundial de la Salud. Estos son datos muy fáciles de recordar y mucho más efectivos que números y gráficas. A veces no basta con decir “¿Y a ti en qué te afecta lo que hago en la cama?” o “Mi orientación nada tiene que ver con lo que hago el 95% de mi tiempo, de la misma forma que la tuya no te impide dormir, comer, trabajar e ir al cine”. Hay que ir más allá.

Lidiar con creacionistas es quizá una de las tareas más arduas que van a tener en su vida homosensual. Muchas veces se van a dar cuenta cuándo no vale la pena desgastarse, pero cuando hay esperanza, siempre pueden recurrir a estos contra-argumentos. Ya muchos de ustedes saben que la Biblia está llena de contradicciones y barbaridades que, si las tomamos literalmente, este mundo ya se habría acabado hace mucho. Las mejores (y brillantemente mencionadas en el programa de TV The West Wing) son:

Las hijas pueden vendidas para ser esclavas.
Si trabajas durante el Sabbath, mereces morir.
Plantar diferentes productos juntos te hacen merecedor de ser apedreado hasta morir.
Y quemar a alguien por usar dos tipos de tela en una misma pieza de ropa también está bien.

Quizá el comentario más idiota que me han escupido en la cara fue una vez que un orgulloso cristiano me dijo que no puedo decir que la homosexualidad se presenta naturalmente en algunas especies de animales “si no los he visto con mis propios ojos” (ya sé, puede llegar a ser frustrante). Ante esto, lo mejor que se puede responder es algo como “A ver, señor… ¿usted cree que Nepal existe?” a lo que el pobre ingenuo va a responder que sí. Sigan con “¿Usted ha ido? ¿Lo ha visto con sus ojos?”, ya sabemos lo que va a contestar. Entonces rematen con “¿Entonces cómo sabe que existe?”.

Por otro lado, una vez en redes sociales encontré la carta que una persona muy preocupada envió a la psicóloga de una revista, pidiendo ayuda para cambiar la orientación de su hijo no heterosexual. La pobre no vio venir la respuesta de la psicóloga, no la recuerdo exactamente, pero la idea fue algo como: “Lo mejor que puede hacer para que su hijo cambie su orientación es con su propio ejemplo. Demuéstrele que uno puede cambiar su orientación, cambiando usted su propia orientación. Usted tenga relaciones sexuales y afectivas con una o varias personas de su propio sexo con el fin de demostrarle que es posible.”

Por ahí dicen que a palabras necias, oídos sordos, pero yo soy de la idea de que quedarnos callados solamente nos hace parte del problema. Además, los activistas que hoy nos dieron el lugar que tenemos en la sociedad definitivamente no se conformaron con ignorar a los grupos conservadores. No tenemos que ser groseros para lograr nuestro cometido (o por ejemplo, echarle en cara a la Iglesia Católica toda la pedofilia que ha permitido durante décadas), aunque si quieren un poco de picardía ante comentarios como “Los maricones me hacen vomitar”, siempre pueden responder con “Entonces no llegues tan profundo cuando se las mames”.

¿Tienen más ideas para dejar callados a los peores argumentos? No dejen de compartirlos. Y si necesitan datos más concretos, les compartimos este clip:


Fonte: SoyHomosensual  Méx.
Por Sebastián Sáenz
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Elogio ou assédio: um debate necessário

Ésta es la diferencia entre un halago y el acoso

No se llama doble moral, no se llama clasismo, no se llama discriminación.HA

Antes de que olviden el caso de Tamara de Anda, es necesario discutir sobre la convivencia de las personas en espacios públicos y trazar las dinámicas bajo las que deseamos que estas interacciones se desarrollen. Y mientras más claros sean esos términos, se reducirán las dudas de aquellos que podrían mostrar confusión como este caso:

Se filtran las primeras imágenes del temario del taller sobre “Acoso” de Plaqueta.

— LOVER MINDS™ (@Lover_Minds) 15:22 – 6 Apr 2017
Busquemos la asesoría de la que sí sabe, la Real Academia de la Lengua Española.

Halago:

1. tr. Dar a alguien muestras de afecto o rendimiento con palabras o acciones que puedan serle gratas.

2. tr. Dar motivo de satisfacción o envanecimiento.

3. tr. Adular o decir a alguien interesadamente cosas que le agraden.

4. tr. Agradar, deleitar.

Seguimos:

Acoso

1. tr. Perseguir, sin darle tregua ni reposo, a un animal o a una persona.

2. tr. Hacer correr a un caballo.

3. tr. Apremiar de forma insistente a alguien con molestias o requerimientos.

Elementos clave en nuestro tema:

1. Acciones o palabras que puedan serle gratas

2. De forma insistente con molestias

Sin embargo, faltó el elemento primordial:

Consenso

1. m. Acuerdo producido por consentimiento entre todos los miembros de un grupo o entre varios grupos.

No se llama doble moral, no se llama clasismo, no se llama discriminación. Es el derecho de todas las personas, no sólo de mujeres, de poder decidir lo que se le dice sobre su físico, capacidades o cualquier otro elemento de su persona “dispuesto a evaluación”.

Y no, no se acabó la libertad de expresión, no es el fin de la coexistencia entre hombres y mujeres, sino es el momento de cuestionar la naturaleza de esas relaciones, que no siempre son sanas ni edificadas para beneficio de ambas partes, para construir las más óptimas para todos. Empecemos por preguntar a las personas qué clase de cumplidos les gustaría recibir. Spoiler alert: una nalgada, un “guapa” gritado desde la comodidad de tu auto, o cualquier acción similar no es un halagado, se llama acoso.

Paulina 22 años:

“Prefiero que sean comentarios de gente que conozco, pero si algún extraño desea hacerlo me gustaría que fuera sincero, con una intención real de hacerme sentir mejor con respecto a algo. También prefiero que sean sobre mi capacidad, pero si alguien me dice que me veo bien ese día que sí me arregle de una manera respetuosa claro que me gusta”.

Tere 25 años:

“Cualquier halago que resalte mi inteligencia o que hice algo bueno en el trabajo. Sin condescendencia ni insistencia tampoco”.

Sandra 34 años:

“A mí me gustaría que le dieran clics a mis notas desde Twitter y me dijeran: qué bien escribes”.

Guillermina 30 años:

“No sé cómo reaccionar a los halagos ni ante las felicitaciones ni los cumplidos. Si haces bien tu chamba, es porque te gusta, le dedicas tu esfuerzo y cumples con eso que te apasiona.

Lo mismo pasa si hoy decides soltarte el cabello, ponerte un vestido, o estrenar un labial: lo haces porque te sientes bien CONTIGO. Si tu pareja o tu familia lo notan y te dedican unas palabras de “guapa”, acéptalas, lo hacen porque te quieren. Puede que hasta te abracen y te besen.

Y gente ajena a mí: no espero nada de ustedes y ustedes de mí tampoco. Quizá si ustedes se acercaran y me preguntaran si pueden hacer un comentario sobre un aspecto de mí, podríamos evitar una situación incómoda, pero de antemano les contesto: no, no pueden hacer ningún comentario sobre mí”.

Sandy 27 años:

“Me gustaría que fueran más personales, que fuera por características que sólo supiera quien ha puesto atención en los detalles. Halagos por algo que me haya costado trabajo; tener ojos bonitos, el cabello lacio, piernas largas no es algo por lo que yo haya trabajado.

Algo como: pero qué sarcástica, o… qué gustos tan curiosos”.

Construyamos nuevas y mejores dinámicas. Saber lo que las mujeres, o cualquier otra persona, quieren no es un misterio; si no sabes cómo, acércate y pregunta. Conoce a tu interlocutor y respeta.

Fonte: The Huffington Post Méx.
Por Ana Grimaldo
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Arcebispo aprova criação do Dia da Laicidade

Sturla está de acuerdo en Día de la Laicidad “si es apertura y no cerrazón”

Arzobispo de Montevideo dio opinión tras misa del Domingo de Pascuas

Sturla
El cardenal Daniel Sturla afirmó ayer luego de la misa del Domingo de Pascuas que le parece bien que exista un Día de la Laicidad, “siempre y cuando la laicidad sea apertura y no cerrazón”. De esa forma, el arzobispo de Montevideo respondió una pregunta sobre la iniciativa que estará a consideración del Parlamento por iniciativa de legisladores de todos los partidos políticos.
“Si es apertura y no cerrazón está bien”, dijo con firmeza Sturla, en la única frase que utilizó para responder la pregunta que le formularon al salir de la Catedral Metropolitana tras la celebración de la misa de Pascuas.

El proyecto de ley para consagrar el 6 de abril de cada año a la laicidad se encuentra en la Comisión de Constitución, Código, Legislación general y administración de la Cámara de Diputados para ser abordado a partir de mayo próximo, informó el diario El País en su edición dominical.
La iniciativa legislativa tiene por objetivo que la laicidad “siga siendo la base de la convivencia democrática y pacífica que ha caracterizado a la República y sobre todo buscando que el espíritu laico siga formando parte de del ser nacional uruguayo”.

El 6 de abril recuerda la fecha de 1909 en la que fue promulgada la ley 3441 que suprimió la enseñanza y la práctica religiosa en las escuelas del Estado”.

Apuesta a la esperanza

En una homilía de 13 minutos, en la misa del Domingo de Pascuas, Sturla convocó a los cristianos a renovar la esperanza y anunciar la noticia de la resurrección de Cristo.

“Pero también debemos salir de todos los sepulcros en los que nos metemos en vida: pesimismos, tristezas, angustias. Muchas veces tienen motivos, pero reconozcamos que muchas veces nos quejamos porque sí. Practicamos el deporte de la queja”.

El arzobispo despertó sonrisas en los fieles cuando contó que “una viejita de la familia hacía el raconto de todo lo malo que le había pasado en su vida y al final decía: ‘Y no me quejo'”, y agregó que “a veces tenemos motivos” porque “el cristiano ve la realidad como es, no se engaña. Pero el cristiano sabe ver en la realidad la acción del Espíritu Santo y cree en la victoria de Cristo. Si no, no somos cristianos”.

En otro tramo de su homilía, Sturla reflexionó: “Dios quiera que hoy nos vayamos con el entusiasmo, con la alegría de la fe. De saber que ser cristianos es lo más lindo que nos puede haber pasado en nuestra vida. Que creer es realmente una gracia y que saber que hemos sido amados por un amor incondicional, que siempre está con la mano tendida para levantarnos, con un amor que nos dice, como a Lázaro, ‘sal de la tumba de tus preocupaciones, de tus rencores, de tus envidias, de tus egoísmos y ábrete a la vida nueva'”.

Sturla recordó que “Cristo nos amó tanto que dio su vida por nosotros, pero no para dejarnos en el sepulcro sino para salir de él”.

“Y la vida nueva se realiza en el amor, no hay otra vuelta. Nos realizamos como seres humanos en la medida que amamos, dejamos el egoísmo de lado y nos abrimos al amor”, remarcó el arzobispo.

Sturla insistió que es necesario vivir en la alegría y por eso es preciso que “vayamos al encuentro con Dios con una sonrisa”. Recordó que la Pascua “es la victoria de la vida sobre la muerte, del bien sobre el mal. En definitiva: Dios nos sonríe”.

Sin embargo, el arzobispo recordó que hay personas que están enfermas y contó que cuando un sacerdote las reconforta con la Comunión, “viven un momento de alegría porque Dios ha llegado a ellos”. Porque “en definitiva el encuentro con Dios es un encuentro que los llena de paz y de alegría. Es el encuentro con el amor más grande que existe, ese amor que es toda nueva vida”.

Fonte: El Observador Uy
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