Mulheres não objeto.

Vídeo lembra o mercado publicitário que mulheres não são objetos

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Bastou uma simples busca no Google por “objectification of women” (“objetificação da mulher”, em tradução livre do inglês) para que a publicitária americana Madonna Badger tivesse conteúdo suficiente para a criação da campanha #WomenNotObjects.

A partir de alguns anúncios que surgiram nos resultados da busca, foi criado um vídeo que, com um texto poderoso e carregado de ironia, traz mulheres confrontando o modo como a imagem feminina é exposta nas propagandas. A crítica é finalizada com a seguinte mensagem: “Eu sou sua mãe, filha, irmã, colega de trabalho, gerente, CEO”, uma forma de sensibilizar sobre o tema através de figuras próximas.

 

O vídeo lança luz à questão da objetificação das mulheres na publicidade, assunto que vem tomando o centro dos debates, sobretudo na internet, como resultado de um forte movimento de empoderamento feminino. ,

A campanha está sendo veículada no tumblr e no twitter e ganhou apoio de pessoas públicas como o ator Ashton Kutcher.

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Alguns anúncios utilizados como exemplo na campanha de Badger são tão absurdos que nos levam a pensar que estamos em outro século que não o XXI. No entanto, associar a figura feminina como objeto de diversão ou mesmo com finalidades puramente sexuais é algo mais comum do que normalmente imaginamos. É esse tipo de publicidade que a campanha propõe questionar e instigar as consumidoras a fazerem o mesmo exercício de problematização.

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Em entrevista concedida por Madonna Badger ao The Wall Street Journal, a co-fundadora e diretora de criação da agência Badger & Winters declarou que sua ideia com a campanha é fazer uma autocrítica e levar o mercado publicitário a pensar sobre uma ressignificação e um redirecionamento do uso da figura feminina nos anúncios. “Eu quero que minha vida tenha um proposito. Eu amo meu trabalho e não quero fazer com que ele machuque ninguém”, declarou.

Redação Adnews

Fonte:  http://www.adnews.com.br/publicidade/video-lembra-o-mercado-publicitario-que-mulheres-nao-sao-objetos

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A quem interessa o consumo abusivo de cerveja?

Após incentivar consumo moderado, Heineken dá 30% de desconto para quem entregar garrafas e latas usadas.

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A marca de cerveja Heineken lançou nesta semana a campanha Green Tuesday, que pretende dar desconto na cerveja ao consumidor que apresentar latas ou garrafas vazias. A ação já está valendo em 50 lojas do Pão de Açúcar em São Paulo.

Todas terças-feiras até o dia 02 de fevereiro, os clientes maiores de 18 anos que apresentarem 12 embalagens vazias (latas e/ou long necks) de qualquer marca de cerveja receberão um voucher de 30% de desconto na compra de outras 12 unidades iguais (latas ou long neck) da marca. O voucher deverá ser entregue no caixa do supermercado.

“Queremos incentivar os consumidores a transformar a coleta e separação de materiais recicláveis em uma ação cotidiana”, explica Renata Zveibel, diretora de comunicação externa e sustentabilidade da marca. “A abordagem da campanha reforça o comportamento positivo do consumidor, que se beneficia ao fazer a coleta e reciclagem de vidros e latas, ao mesmo tempo em que o conscientiza da importância de se envolver com este tema.”

Para saber o endereço de todas as lojas participantes e o regulamento da campanha, acesse o site da Heineken.

Consumo moderado

Esta não é a primeira vez que a Heineken lança campanha de conscientização. A última ação da marca foi sobre consumo moderado de álcool.

O comercial “Moderate Drinkers Wanted” apresenta os Heroes of the Night (“Heróis da Noite”) como homens e mulheres que bebem moderadamente e ficam sóbrio até o fim da noite.

 

O filme é o terceiro da marca que tem como objetivo mostrar aos consumidores que o consumo moderado de bebidas alcoólicas é um hábito mais saudável.

Em 2011, a marca lançou “Sunrise”, uma campanha que deu vida à ideia de que não há limites quando você conhece os seus limites. A segunda parte da história foi contada em 2014 com “Dance More, Drink Slow” em parceria com o DJ Armin Van Buuren.

Fonte:  http://www.brasilpost.com.br/2016/01/15/heineken-30-desconto-latas_n_8990552.html?ir=Brazil

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Nova forma de prevenir o uso de alcool e outras drogas.

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Vázquez estudia proyecto de sanciones por droga o alcohol en el trabajo

El presidente Vázquez estudia un proyecto de decreto regulatorio que habilita acciones “ante un segundo resultado positivo”

Desde mediados de diciembre el presidente Tabaré Vázquez tiene en su despacho un proyecto de decreto redactado por el Ministerio de Trabajo (MTSS) que busca regular los “procedimientos de actuación a nivel de la actividad pública y privada en materia de consumo de alcohol, cannabis y otras drogas en el ámbito laboral y/o en ocasión del trabajo”.
La iniciativa, impulsada por el Consejo Nacional de Salud y Seguridad en el Trabajo (Conassat), prevé la posibilidad de aplicar sanciones o adoptar acciones “ante un segundo resultado positivo”.

El proyecto de decreto fue entregado a Vázquez por el ministro Ernesto Murro el pasado 19 de diciembre, según informó a El Observador el responsable de la Inspección General del Trabajo (IGT) del MTSS, Gerardo Rey.

El texto señala que el Conassat “ha considerado importante abordar el tema del consumo de alcohol y otras drogas en el plano laboral, en tanto esa problemática social se hace aun más grave cuando se manifiesta en una relación de trabajo”.
Según explicó Rey, la intención del ministerio es unificar las disposiciones al respecto y tener un protocolo base común a todas las ramas de actividad.

El artículo 2º del proyecto de decreto a estudio del presidente Vázquez establece: “Prohíbese el consumo y la tenencia de alcohol y cualquier otro tipo de droga durante la jornada de trabajo, sea en los lugares de trabajo o en ocasión del mismo”.

El texto prevé que en los ámbitos bipartitos de salud y seguridad laboral “se acordarán pautas y procedimientos sistemáticos para detectar situaciones de consumo de alcohol y otras drogas”. La idea es promover acciones preventivas con el objetivo de “facilitar intervenciones tempranas”.

El proyecto de decreto establece los pasos que se deberán seguir para realizar los controles, que no podrán ser invasivos.

Sanción a la segunda vez

Los trabajadores que al iniciar sus tareas o durante el horario laboral “presenten indicadores conductuales que hagan evidente no encontrarse en condiciones de desempeñar su labor y que pudieran corresponderse a efectos del consumo, serán separados de la tarea, cualquiera sea su categoría”, dice la propuesta de decreto que el MTSS presentó al presidente Vázquez.

En tal situación, el empleador “tendrá la potestad” de aplicar pruebas de detección de alcohol y otras drogas. Si el trabajador se niega a ello, “no podrá retornar a sus tareas hasta tanto no certifique estar en condiciones”.

Las pruebas “deberán medir si el trabajador se encuentra o no bajo los efectos del consumo en el lugar de trabajo o en ocasión del mismo”, dice el texto.

Si el examen se realiza y arroja un resultado positivo “se suspenderá la jornada laboral del trabajador involucrado y el personal de salud actuante emitirá un informe firmado, indicando los datos del examinado, procedimiento practicado, resultado de la prueba y recomendaciones derivadas del resultado”, dice el proyecto de decreto del gobierno.

Luego, “ante un segundo resultado positivo”, la comisión bipartita de seguridad y salud “deberá orientar” al trabajador implicado a los servicios del Sistema Nacional Integrado de Salud “para su diagnóstico y eventual tratamiento de rehabilitación, sin perjuicio de las sanciones que pudieran corresponder”.

Si entre el empleador y el sindicato existe un programa de prevención y rehabilitación se aplicarán esas pautas.

El decreto a estudio del Poder Ejecutivo también prevé que todo trabajador cuyo resultado sea positivo tendrá derecho a pedir una prueba “confirmatoria en sangre para alcohol y en saliva para marihuana y cocaína”. En el primer caso, la muestra deberá tomarse en un plazo menor a dos horas y en el segundo en el mismo momento del examen inicial.

Si la prueba confirmatoria ratifica el primer resultado, el costo del segundo examen deberá ser cubierto por el trabajador, pero si se descarta el positivo, quedará a cargo del empleador.

Fonte: http://www.elobservador.com.uy/vazquez-estudia-proyecto-sanciones-droga-o-alcohol-el-trabajo-n854316

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Trocadilhos alertam sobre o perigo de digitar ao dirigir

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É inegável que a tecnologia trouxe inúmeros benefícios para a humanidade. Por outro lado, como diz uma piada popular, ela também veio para trazer problemas que antes não existiam. Quer um exemplo? Cada vez mais aumenta o número de registros de acidentes nas ruas e estradas por uma combinação perigosa: smartphone e volante.

Não contente em não desgrudar de seus celulares o tempo todo, muita gente arrisca a sua vida (e a dos outros) tentando digitar e conduzir ao mesmo tempo. Não á toa, os incidentes começaram a dar margem para inúmeras campanhas mundo afora. O mais recente exercício criativo foi desenvolvido pela agência portuguesa Savvy para a Volkswagen.

A sacada das peças abaixo é o trocadilho que mescla o nome de algumas das principais redes sociais com palavras que podem ser relacionadas com um provável acidente, como “Facebroken”, por exemplo: “Broken” quer dizer quebrado na tradução para o português. A campanha também conta com as palavras “Snapneck” (estalo+pescoço), “Instagrave” (Insta+grave) e “WreckApp” (naufrágio+app).

Confira:

 

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A ideia lembra essa outra campanha, que fala sobre cyberbullying.

Redação Adnews

Fonte: Trocadilhos alertam sobre o perigo de digitar ao dirigir

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Os médicos e os outros licenciados em Medicina.

Os médicos e os outros

Por Luisa Folque, historiadora (Portugal).
O meu avô era médico. E pai, marido, filho, amigo, tudo o resto que a vida nos traz no seu arrastão. Mas, o que o definia era a sua profissão. Médico de clínica geral numa vila litoral algarvia começou a exercer na década de trinta do século ido. Não havia análises, nem antibióticos, os remédios eram escassos e caros. O primeiro equipamento de radiografia da vila foi ele que o comprou e muito provavelmente ter-lhe-á dado o cancro que o veio a matar. Ser-se médico era intuição, sabedoria e persistência digo eu hoje, ele dir-me-ia que ser médico, é ser médico. Define-se por si. Ele era médico.

As campainhas, quer a da porta, quer a do telefone tocavam às horas mais desvairadas, um parto, uma queda, uma febre grave… Não me lembro nunca, uma única vez do meu Avô se ter recusado a ir. Ia sempre, as chamadas mais urgentes eram para a serra, sempre para a serra. Só quem já fez a estrada que liga Mértola ao litoral é que tem uma ténue, pálida, levíssima ideia do que eram/são as estradas secundárias, perdidas nos vales e picos onde o horizonte fugiu, os trilhos e carreiros até aos montes onde viviam isoladas as pessoas. Uma paisagem desoladora, árida de fome e sede. Muitas vezes os táxis nem lá chegavam, parte do caminho era feito a pé. Regressava a desoras longas, pagava o táxi e tinha ainda deixado dinheiro para medicamentos, para o que fosse. Por vezes, refazia os passos quando o caso pedia, as vezes que fossem precisas. Era médico.

No Natal chegavam ovos, galinhas, perus e coelhos. Vindos das serranias, eles em fato domingueiro, embiocadas elas em lenços, traziam nos cabazes as ofertas esperneantes e carcarejantes. Iam para o consultório e saíam com uma consulta como agradecimento. Jamais isto era comentado, não era nem motivo de orgulho, nem generosidade, nem abnegação. Era obrigação. Era médico.

Não pertencia ao sector público de então – dispensários e outras pequenas estruturas. Não porque fosse mal pago (em princípio de vida ter-lhe-ia até sido útil), não porque as horas extraordinárias tinham sido reduzidas ou porque no privado se ganhasse melhor. Não. Não trabalhava no Estado porque recusou assinar a declaração de “repúdio do comunismo e das ideias subversivas” que Salazar impunha aos funcionários públicos. Canseira bastante já tinha viver de acordo com aquilo em que acreditava e em paz com a sua consciência. Não se comprava, nem se vendia. Encolhia os ombros e continuava na vida a fazer o que devia, o que se lhe impunha fazer. Era médico.

No fim da vida, ainda a exercer, muito para lá de qualquer tempo de reforma, de manhã punha o chapéu e ia ver os seus doentes fiéis alquebrados como ele. Sábio, as doenças tratavam-se tanto no corpo como no espírito. Tornava regressado de uma consulta a uma velha conhecida e a minha Avó perguntava preocupada:

– Então? O que tem?

– Está sozinha, o que haveria de ser. Falámos, ficou melhor.

Neste tempo de S. Josés e lembrando o meu avô, quero saudar todos os médicos que são médicos. Não os outros, os licenciados em Medicina.
Fonte: http://observador.pt/opiniao/os-medicos-os-outros/

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É tempo de semear empatia
Quem são os responsáveis pelas altas taxas de cesarianas
Convertendo gente sadia em enferma e cronificando doenças ao invés de curá-las
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E a médica não se corrompeu.
A Medicina, provavelmente, não está selecionando as pessoas certas.

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Paulo Pimenta: Globo blinda anunciantes de cerveja e não “vê” relação entre consumo de álcool e mortes no trânsito

Quem vende doenças?

O Globo blinda e “brinda” seus anunciantes de cerveja em matéria que não “vê” relação entre consumo de álcool e mortes no trânsito

por Paulo Pimenta

A proximidade com o carnaval e a dependência econômica que a mídia tem da publicidade de cerveja levaram o jornal O Globo a isentar, desde agora, a combinação bebida e direção como uma das causas da violência no trânsito.

Em matéria deste domingo (3), o jornal “analisa” a ocorrência dos acidentes em rodovias federais e aponta suas causas. O Globo “não viu”, em nenhum momento, o consumo de bebidas alcoólicas com um fator preponderante para as vítimas das estradas.

Para dar suposta credibilidade àquilo que O Globo quer esconder, ou não pode dizer – a relação entre álcool e acidentes com veículos – um especialista em segurança de trânsito surge no texto para sentenciar que o “despreparo dos motoristas”, a “falta de manutenção dos veículos” e a “péssima qualidade das vias” é que são os responsáveis pelas colisões nas estradas. Nenhuma referência sobre álcool e direção, apesar de constar claramente no site da Polícia Rodoviária Federal que, nas operações de fiscalização de final de ano que terminam só depois do carnaval, a “embriaguez ao volante” é uma das “principais atitudes dos condutores que acarretam acidentes graves”.

No ano passado, a Revista Época, do grupo Globo, revelou que a Ambev ocupava o sexto lugar entre as dez empresas que mais investiram em publicidade no primeiro semestre de 2015 no país.

Não fosse pelas razões óbvias e conhecidas, seria de se estranhar o fato de uma matéria que dedicou uma página inteira sobre acidentes em rodovias não ter ouvido nenhum especialista na área da saúde, por exemplo.

Até porque, se ouvisse, saberia que a Organização Mundial da Saúde aprovou, em texto assinado por 193 países no ano de 2010, a restrição da publicidade de cerveja como uma solução estratégica à diminuição da violência no trânsito. Dados da OMS afirmam que o álcool é o agente causador de 4% das mortes do mundo, vitimando mais do que doenças como AIDS e Tuberculose. O público jovem, especialmente do sexo masculino, representa a maior parte das vítimas.

Em outro estudo, a OMS verificou que países desenvolvidos que acabaram com a propaganda de álcool reduziram o consumo em 16% e tiveram 23% menos mortes no trânsito que os países onde não há restrições à propaganda, como o Brasil.

Aqui, o Conar, espécie de autorregulação da propaganda, é conivente com os recorrentes desrespeitos da publicidade de cerveja ao seu próprio código. Para modificar essa situação, em 2011 apresentei projeto de lei 701/11 que estabelece restrições à publicidade de cerveja, como sugere a OMS. Mas, o Congresso Nacional não teve ainda a coragem necessária para enfrentar o “lobby” dos três setores que impedem a aprovação de uma legislação sobre esse tema no Brasil: a indústria de cerveja, as agências de publicidade e a mídia.

Há alguns anos, o professor Braz de Lima, do Programa de Álcool e Drogas da UFRJ, estimou que o álcool está presente em 75% dos acidentes de trânsito que ocorrem no país.

Em 1996, o Congresso Nacional aprovou a restrição de publicidades ao cigarro. Nesses 20 anos, o número de fumantes no Brasil, que entre a década de 80 e 90 era de aproximadamente 30%, hoje apresenta índice de 10,8%, segundo o Ministério da Saúde. Isso fez do Brasil um dos países que mais reduziram o número de fumantes no mundo nos últimos anos.

Como se sabe, o carnaval é o período em que os segmentos de bebidas mais lucram, quando milhões e milhões de litros de cerveja são consumidos, e que também muito investem em publicidade.

O aumento do consumo de álcool nessa época faz com que esse seja o período, apontado pela Polícia Rodoviária Federal, como o mais crítico em termos de acidentes em rodovias federais.

Mas O Globo não “descobriu” nada disso. Nem poderia, já que a matéria foi construída para blindar – ou brindar ? – seu próprios anunciantes de qualquer responsabilidade sobre os acidentes e mortes no trânsito que ocorrerão durante o carnaval.

Paulo Pimenta é jornalista e deputado federal pelo PT-RS

Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/paulo-pimenta-globo-blinda-anunciantes-de-cerveja-e-nao-ve-relacao-entre-consumo-de-alcool-e-mortes-no-transito.html

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