A mãe que muitos homossexuais gostariam de ter

Mãe do homo

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Universitários apoiam homossexual discriminador racista, transfóbico e misógino

Violentas manifestaciones en California por conferencia de ultraconservador

Yia
Nota do blog: o texto de hoje serve para enfatizar que pessoas que pertencem a grupos discriminados também podem ser discriminadoras e que a educação formal não previne discriminação.

Cientos de estudiantes se enfrentaron este miércoles con la policía en medio de violentas protestas contra una charla prevista en la Universidad de California en Berkeley con el polémico editor de un sitio ultraconservador de noticias.

Los manifestantes quemaron trozos de madera en medio de la calle, quebraron vidrieras de locales comerciales y lanzaron fuegos artificiales a la policía, que respondió con bombas de gas lacrimógeno.

“¡Cancélenla!”, gritaban los estudiantes.

El acceso a la universidad fue bloqueado y fue cancelada la ponencia de Milo Yiannopoulos, editor de tecnología del sitio conservador Breitbart y conocido por sus comentarios provocadores en redes sociales.

Fue suspendido en Twitter en julio por la artillería de comentarios que disparó contra la actriz de “Los cazafantasmas” Leslie Jones.

El periodista británico es simpatizante del presidente Donald Trump, a quien llamaba de “papi” durante la campaña electoral, y se ha convertido en una de las caras más conocidas del movimiento “Derecha alternativa”, “Alt-right” en inglés.

Protestas similares se registraron en la Universidad de California en la ciudad de Davis, a 100 km de Berkeley, que también tuvo que cancelar charlas con Yiannopoulos y el exejecutivo farmacéutico Martin Shkreli.

Ambos eventos fueron organizados por grupos de estudiantes conservadores como parte del “Dangerous Faggot Tour” (que se traduciría como “Tour del maricón peligroso”). En la universidad UCLA de Los Ángeles se canceló el evento y Berkeley era la última escala de la gira.

Autoridades de las tres universidades aseguraron que no invitaron a Yiannopoulos ni apoyan sus ideas, pero que permitieron el evento apegados al derecho a la libertad de expresión.

Más de 100 profesores de Berkeley enviaron una carta el mes pasado al rector de la universidad para exhortarlo a cancelar el evento.

“Aunque nos oponemos vigorosamente a las opiniones de Yiannopoulos -que aboga por la supremacía blanca, la transfobia y la misoginia- es más bien su conducta dañina la que nos lleva a pedir la cancelación de este evento”, dice una de las cartas.

Citaron por ejemplo el incidente en la Universidad de Milwaukee en diciembre pasado, donde Yiannopoulos -que es abiertamente gay- ridiculizó en público a un estudiante transgénero, mostrando su foto y nombre en una pantalla.

Fonte: EL OBSERVADOR Uy

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Por que Uruguai e Estados Unidos estão legalizando o mercado da maconha para uso recreativo?

Proibição das drogas gera mais violência e fortalece crime organizado
Se portar drogas não é crime, como pode ser crime sua comercialização? A regulamentação do mercado de drogas não é uma panaceia, mas parece ser a chave para amenizar esses problemas. Entenda mais no texto de Fernanda Mena para Folha de S.Paulo.

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A guerra contra as drogas tem se mostrado mais danosa, custosa e letal que o comércio e uso de drogas em si.

Sua baixa eficácia fica evidente quando se observa que o crime de tráfico de drogas é o que mais atulha os já superlotados presídios brasileiros e é o terceiro que mais mobiliza forças policiais do país –que prendem sobretudo por roubo, furto e tráfico, mas investigam apenas 8% dos homicídios cometidos no país, quase 60 mil por ano.

Além disso, o crime de tráfico há anos legitima ações militarizadas em comunidades dominadas por facções, tornando os extratos mais vulneráveis da sociedade reféns do terror de tiroteios, quando não eles mesmos vítimas de balas perdidas.

Ainda assim, nenhum indicador aponta diminuição do consumo de drogas aqui. Ao contrário: o Brasil se tornou o segundo maior consumidor do mundo de cocaína e derivados, como o crack.

Por outro lado, a experiência internacional na descriminalização do uso de drogas (em vigor em países como Alemanha, Colômbia, México e Portugal, entre outros) aponta que ela tem pouco ou nenhum impacto no consumo, ou seja, não faz explodir seu uso como se teme.

A medida também não aumentou as mortes por overdose nem a incidência de doenças mentais, e ainda aproxima usuários problemáticos do sistema de saúde e evita que caiam na Justiça –que drena recursos e vidas.

A esses resultados, porém, soma-se uma contradição: se portar drogas não é crime, como pode ser crime sua comercialização? Se desconsiderarmos o caso da maconha cultivada para consumo próprio, como a substância foi parar no bolso de alguém?

A regulamentação do mercado de drogas não é uma panaceia, mas parece ser a chave para amenizar esses problemas: liberaria forças policiais para a atuação em crimes mais graves, descongestionaria a Justiça e desafogaria o sistema penitenciário, para que fosse possível ressocializar presos, além de retirar recursos financeiros e humanos do crime organizado.

Existem hoje duas experiências em curso, restritas à maconha: no Uruguai e em oito Estados americanos, que legalizaram o mercado para uso recreativo por adultos.

Em Washington, por exemplo, a prisão por posse de maconha caiu 98% desde a mudança, e as projeções de impostos com a venda atingiam US$ 270 milhões em 2016 –dinheiro carimbado para ações como prevenção ao abuso de drogas nas escolas.

Apesar das evidências, é um desafio pensar fora do paradigma proibicionista, que tem mais de cem anos. Mas vale lembrar: estudos apontam que a droga que mais causa danos ao usuário e a terceiros é o álcool, vendido em qualquer esquina. Alguém ouviu falar em proibi-lo?

Fonte: Smoke Buddies
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Grupos conservadores e de religiosos fundamentalistas discriminam meninas com pênis e meninos com vagina

“Há meninas com pênis e meninos com vagina” informa cartazes em ônibus 

nlucon

O cartaz com desenhos de crianças com a frase: “Há meninas com pênis e meninos com vagina. É simples assim. A maioria deles sofre diariamente, porque a sociedade não conhece essa realidade” causou polêmica com alguns grupos conservadores e de religiosos fundamentalistas, que tentaram boicotar a campanha.

Uma campanha realizada no norte da Espanha trouxe neste mês cartazes com desenhos de crianças com a frase: “Há meninas com pênis e meninos com vagina. É simples assim. A maioria deles sofre diariamente, porque a sociedade não conhece essa realidade”.

A campanha, que traz a ilustração de crianças felizes e com genitálias diversas, ficou em ônibus e metrôs dos dias 10 a 16 de janeiro. Foram 150 cartazes distribuídos nas comunidades autônomas de País Basco e Navarra.

A responsável é a Chrysallis, associação de famílias com crianças trans, que teve o objetivo de dar visibilidade para as crianças trans, combater o preconceito contra elas, contribuir para uma adolescência e vida adulta saudáveis e sem transfobia. Ela aponta que a taxa de tentativa de suicídio entre adultos trans a quem foi negada sua identidade na infância é de 41%.

Beatriz Sever, que é porta-voz da Chrysallis, declarou que o cartaz evidencia que a genitália não tem importância alguma. “Mostra crianças felizes independente do que têm entre as pernas (…) Queremos transmitir a mensagem de que a natureza não é uma máquina de xerox, que a natureza é diversa”, declarou.

Em um dos folhetos da organização explica-se que a transgêneridade ou transexualidade é quando a identidade de gênero de uma pessoa não corresponde com o que lhe foi designado com base em sua genitália ao nascer”.

O cartaz causou polêmica com alguns grupos conservadores e de religiosos fundamentalistas, que tentaram boicotar a campanha. Porém, de acordo com Natalia Aventi, presidente da Chrysallis, as críticas só têm levantado uma “onda de apoio”. Tanto que o número de membros da organização só tem aumentado desde 2013: de seis famílias para 425 integrantes.

Um dos apoios veio do Parlamento de Navarra, que aprovou uma declaração institucional em que “reitera seu apoio e reconhecimento dos direitos das pessoas trans, às famílias de menores trans e à campanha criada pela associação Chrysallis para fazer com que a realidade desses meninos e meninas seja reconhecida”.

Por Neto Lucon, jornalista.

Fonte: NLucon

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A verdadeira homofobia não é o ódio aos homossexuais

Nota do blog:
O uso do termo homofobia como significado de aversão/ódio a homossexualidade (LGBTTTIQ) está consagrado e errado.
Correto seria usar somente para a situação de medo em relação a homossexualidade.
Veja nesta lista o uso de “fobia” como “medo de”. Especial atenção para “homofobia” na pagina 8.
A ocorrência mais importante de medo é vivenciada pelo homossexual enquanto não sai do armário.
Como vemos no texto abaixo e em muitas outras descrições.
Já fizemos uma pequena referência a esta questão aqui no blog e em eventos sobre o tema.
E também uma proposta para uma melhor definição da Conduta Discriminatória contra homossexuais.

12 Historias que te inspirarán a salir del Clóset desde Beauchef

Chile-12La decisión de salir del clóset no es fácil y los resultados no siempre son los esperados, sin embargo, el amor de ayudar a los demás contando sus experiencias, ha hecho que 12 chicos y chicas valientes nos compartan su historia de vida.

Cada historia lleva contenida una mezcla de emociones, sentimientos y lágrimas, que en algunos casos han sido necesarias para limpiar la tristeza de sus vidas. Son momentos de vida que esperan inspirar a otros chicos no sólo a salir del clóset, sino a valorarse, amarse y aceptarse a sí mismos, tal como lo escribe María Josefa de propia mano, “Lo que verdaderamente importa es tu interior, tu ser”.

Ellos escriben para abrazar con sus propias palabras a quien lo necesite, para ayudarte a saber que no estás solo y que como dice Bordemarino: “puedas estrechar los lazos de quienes realmente te comprendan”.

Son historias que merecen ser leídas por todos, porque esos chicos y chicas también necesitan de sus amigos, familiares y de todas esas personas que, sin ser de la comunidad LGBT los amamos por su esencia y no por su orientación. Así lo dice Byron “Soy lo más YO que puedo” y eso es, lo que como seres humanos nos hace valiosos como persona.

Coincido en lo que dice Martín, yo también “Espero que salir del Clóset pronto pase de moda” para que chicas como Rocío dejen de tener miedo, para que el dolor y el silencio no condenen a nadie, para que por sobre todas las cosas, sea el amor, el respeto y la aceptación lo que podamos dar siempre a los demás.

Agradecemos al área LGBT de la Secretaría de Sexualidades y Género de la FCFM de la Universidad de Chile, por tener esta gran iniciativa y compartirnos estas historias, a Martín Canales por ser el propulsor de este proyecto, y nuestra especial felicitación y cariño a cada uno de esos 12 valientes que nos han inspirado con sus historias: Bordemarino, María Josefa, Camilo, Byron, Sofía, Karen, PFB, Carolina, Rocío, Martín y los dos anónimos.

Te dejamos el link donde puedes leer estas historias: https://goo.gl/MFnEvn

Por Rosy Rodríguez

Fonte: Clóset LGBT

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Mulheres políticas poderosas mostram como enfrentar governos machistas

La lección del gobierno de Suecia contra el machismo de Trump

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Just signed referral of Swedish#climate law, binding all future governments to net zero emissions by 2045. For a safer and better future.— Isabella Lövin (@IsabellaLovin)

Las mujeres sí mandan en Suecia: la viceprimera ministra del país nórdico, Isabella Lövin, ha respondido con una fotografía a la estampa que regaló al mundo el inquilino de la Casa Blanca, Donald Trump, en la que aparecía firmando uno de sus polémicos decretos rodeado única y exclusivamente por hombres.

En su primera semana al mando de la presidenta de Estados Unidos, el magnate aprobó, entre otras medidas, la prohibición de financiar con fondos gubernamentales los proyectos de organizaciones humanitarias que asesoren sobre prácticas abortivas. La imagen de la polémica mostraba un exceso de testosterona alrededor de la mesa presidencial: hombres decidiendo sobre el cuerpo de las mujeres, mientras casi medio millón de ellas protestaban en la calle contra el machismo y las políticas discriminatorias que ha empezado ya a aplicar Trump.

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Como contraste, la imagen que llega desde Suecia: ocho mujeres poderosas, una de ellas embarazada, escoltan a la también ministra de Desarrollo Internacional y Clima mientras firma un propuesta muy contraria a la voluntad de Trump. “Firmada la ley sueca por el clima que obliga a los gobiernos futuros a a las cero emisiones”, dice en Twitter Lövin. “Por un futuro más seguro y mejor”.

Somos un gobierno feminista, se ve en esta foto. Después ya es cosa de cada uno cómo se interpreta”, declaró la ministra en un comunicado enviado a varios medios suecos. Suecia presume de ser un gobierno paritario en el que se ha normalizado la presencia femenina, cosa que debería ser normal en un mundo en el que no existieran perlas de este calibre pronunciadas por el hombre que marca el rumbo del país más poderoso del planeta.

Fonte: Público Esp.

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“A ejaculação está proibida a não ser para a procriação…”

Activistas francesas realizan versión paródica de la fotografía de Donald Tump firmando la orden anti aborto

Un grupo de activistas francesas tuvieron una gran idea para responder a la fotografía que se hizo de mala fama del presidente de EE.UU, Donald Trump, firmando la orden anti aborto rodeado de hombres y ni una sola mujer.

ejaculação

El 23 de enero, Trump reinstalo la política de la Ciudad de México, también conocida globalmente como la regla de mordaza legal, la cual prohíbe la ayuda económica de Estados Unidos a cualquier organización internacional de salud que promuevan el aborto como opción en sus planes de apoyo a la mujer.

La imagen de Trump firmando dicha orden, la cual afecta directamente sobre la libertad corporal de la mujer, en el cuarto lleno de hombres, fue extensamente criticada.

Un grupo feminist francés que se hace llamar “52”, decidió realizar una noticia en forma de parodia en donde muestran una foto de Hilary Clinton rodeada de mujeres, firmando una orden ejecutiva que prohíbe la eyaculación a los hombres.

La nota está titulada “La eyaculación, para cualquier otra cosa que no sea la procreación, está ahora prohibida en los Estados Unidos”.

“Los estereotipos de género son tan fuertes, que uno solo puede darse cuenta de lo absurdo que es cuando se lo muestra desde la mirada exactamente opuesta”, comentó una de las representantes del grupo 52 a The Huffington Post. “Y es por eso que pensamos que deberíamos recrear la imagen de un mundo en donde las mujeres pudieran exigir al hombre que no mantenga ninguna relación sexual sin intenciones de procrear”.

El grupo feminista, cuyo nombre refleja el porcentaje de población femenina presente en Francia, confesó que inicialmente estaban shockeadas por la imagen de Trump y que sintieron que necesitaba una respuesta.

“Queremos que la gente se dé cuenta de lo absurdo de la situación y que se levante a luchar, incluso si es con humor, lo cual es una gran arma”, expresaron.

Las activistas usaron trajes tomados de una imagen de 2009 de Barack Obama otorgando a las Mujeres Piloto de la Fuerza Aérea la Medalla de Oro del Congreso para la imagen de su artículo falso, la cual ya se ha vuelto viral.

“Estamos contentas de ver la cantidad de visitas y personas que compartieron nuestra mirada. Tenemos la intención de continuar realizando más acciones de este tipo durante las próximas semanas que vendrán”, expresaron desde el grupo.

Fonte: LARED21

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